Respeito Sim! Tolerância Não!

Neste lugar estão aqueles que não aceitam a tolerância em quaisquer tipos de escolhas, de opções, de sexualidade, de religiosidade, de naturezas.

Este é o movimento dos “basta!”, “chega!” e “não!”.

Basta de falsa paz, de falsa aceitação. Basta de hipocrisia e de medo.

Chega de falsidade, de olhares tortos. Chega de querer que todos tenham as mesmas escolhas e os mesmos caminhos.

Não à convivência forçada, não ao moralismo pobre. Não ao individualismo e ao preconceito.

Aqui estão os que rejeitam a tolerância, pois ela é o limite da coexistência. É o fósforo próximo à pólvora. O punho cerrado frente às diferenças.

Por isso, não queremos ser tolerados.

Exigimos RESPEITO.

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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Mãe Glória do Cacique Pena Branca


Mãe Glória do Cacique Pena Branca é uma incentivadora do movimento Liberdade Religiosa. Porque reconhece neste, o respeito à diversidade de crenças e a preocupação com o futuro das religiões afro-brasileiras. "É preciso nutrir o respeito e o desejo de ser respeitado dentro do coração de todos os adeptos das religiões afro-brasileiras". Diz a sacerdote.


Para o movimento, o apoio de pessoas como Mãe Glória dignifica nosso trabalho, e prova que é possível criarmos a cultura do respeito na sociedade em que vivemos.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Palestra sobre liberdade religiosa mobiliza Lomba do Pinheiro



. Na noite de 28 de maio de 2010, a população afro-umbandista da região leste de Porto Alegre, reuniu-se na casa de Mãe Eva de Oxum na Lomba do Pinheiro para asssistir a palesra "Liberdade Religiosa" com Pedro de Oxum Docô. Mais uma vez o povo de fé mostrou sua grande capacidade de organização, e que pode sim haver uma significativa mobilização em defesa de liberdade para professar sua religião.


. Na ocasião, foi possível constatar a presença de mais de sessenta pessoas no Ylê de Mãe Eva, todos movidos pelo mesmo desejo, o de lutar por liberdade e respeito à sua fé. Em sua apresentação, Pai Pedro falou sobre a necessidade de representação da religiosidade e da cultura afro-umbandistas, tendo em vista as perseguições que vem sofrendo por parte de diferentes setores da sociedade. Agredida às vezes abertamente em programas de rádio e TV, e em outros casos, de maneira velada, é atacada por manobras políticas que se apresentam na forma de leis, leis estas que objetivam apenas coibir a liberdade religiosa e o funcionamento das casas. A religião não deve sofrer estes ataques calada, aguardando a próxima investida.


. Ao frisar a importância da representação para os setores da sociedade, Pedro citou os movimentos sindicais que, somente a partir da sua mobilização, conquistaram o respeito às suas reivindicações, bem como melhores condições de trabalho. E disse mais: " o povo de religião também tem a mesma capacidade de se organizar e lutar por uma representatividade legítima que proteja a religião afro-umbandista".


. Emocionado, o babalorixá lembrou que toda ação tomada em prol da religião não se refere apenas à congregação de ritos, mas aos Orixás, aos Guias ou aos Exus, que são cultuados nas casas e nos corações daqueles que são filiados ou simpatizantes às religiões afro-umbandistas. Bem orientada a sociedade religiosa tem condições favoráveis por sua numerosidade e capacidade de organização. Desta forma, lembramos a todos que a consciência social e religiosa precisa ser despertada em cada um de nós, para então lutarmos pelo direito de cultuar com liberdade nossos Santos, Orixás e Guias espirituais.


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